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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Viajando - Conexão Rio-Nordeste

Não, desta vez eu não estou viajando na maionese... eu fui viajar mesmo!

Eu tirei umas merecidas férias, fiz minhas malinhas, comprei passagens aéreas e me mandei. Foi um bom tempo! Tempo pra esquecer dos problemas e das dificuldades e relaxar, se divertir e botar a cabeça em dia.

A primeira semana fiquei no Rio de Janeiro... Cidade Maravilhosa? Pra falar a verdade, eu nem vi direito! Cristo? Que Cristo? Bah, eu tava dando outras bandas... Calma, não subi o morro, mas as noites foram fortes! Tão fortes que eu dormia na praia e acordava as 2 da tarde. Parceria melhor não poderia ter... Grande Felipe! Rimos de mais fingindo ser europeus, conversando com os europeus de verdade, entrando de graça na balada, caracolizando nas baladas, tropicando pra voltar pra casa. Fatile! As baladas do Rio foram inesquecíveis... e caras! 27 reais uma dose de whisky?? É! Tiramos um dia para passear, alugamos bikes e percorremos uns 40km, foi o que passeamos. No mais, o Rio foi bastante econômico. Isto porque eu ia ficar num hotel, mas fui convidado para ficar na casa da Rebbye e aqui vai todo meu agradecimento a ela e a sua família, Fred, Aloma, a vózinha pinguça lá que não pára de falar e cozinhar e eu já esqueci o nome, mas graças a ela, comi muito bem, salve o Cristo! e ao Keny, KenyBoy, grande dog! Cara de mau, mas só engana! Grando amigo bruto!

Na outra semana me toquei solito pro Nordeste. Destino: Maceió. Confesso, fui cagado, achando que ia me arrepender, por estar indo sozinho. Achei que ia entrar em depressão e não ia aguentar a semana, iria querer voltar pra casa antes do tempo. Mas não, foi uma ótima semana, fiz novas amizades e aproveitei muito os passeios, as lindas praias da região... Gunga, Francês, Porto de Galinhas, Maragogi... e as festas, o forró, as comidas. Foi uma semana para meditar. Aprendi muito sobre mim mesmo o organizei a mente!


Um cara branco que nem eu perdido naquela cidade de pessoas chocolates, não preciso explicar porque chamei a atenção. Me senti até famoso, com tanta gente me olhando. E o sotaque gaúcho é outro charme que eu desconhecia. Também não preciso dizer que toquei o terror por lá! rsrsrsrsrsrs

Vontade de ficar eu tinha, mas a grana já tava se esgostando e a saudade já tava batendo. Enquanto no sul as temperaturas beiravam o zero grau, eu não peguei menos de 20. Voltei pra casa bronzeado, em pleno inverno!

Voltarei!

terça-feira, 8 de junho de 2010

É amigos, é COPA DO MUNDO

Como diria o Galvão... Copa do Mundo é Copa do Mundo... Assim como Brasil e Argentina é Brasil e Argentina, tirando que uma vez eu vi um Brasil e Argentina que era Espanha e Itália, mas fora isso é Brasil e Argentina.

Bom, logo começará a Copa da África. Eu já fui pra lá e posso falar algumas coisas. Tem uma música na África do Sul muito tradicional, que faz parte da cultura deles. Você provavelmente vai ouvir o XOXOLOSSA na Copa. Quando estive lá a gente cantava no ônibus. Eu gravei a apresentação da galera, mas no ônibus era muito mais legal, mais empolgante. Acho que eles ficaram meio tímidos no palco.



Tem que ter um puxador. Um dia, depois de uma festa, eu puxei no ônibus, foi muito engraçado. Ninguém esperava o brasileiro puxar o shosholoza. (Em negrito é o puxador) Cante junto:

Shosholozah
Shosholozah
Ku lezontabah
Stimela siphum' eSouth Africa
Shosholozah
Shosholozah
Ku lezontabah
Stimela siphum' eSouth Africa
Wen' uyabalekah
Wen' uyabalekah
Ku lezontabah
Stimela siphum' eSouth Africa

domingo, 17 de janeiro de 2010

Viagem até a 10a dimensão

Uma vez um maluco da física da UFRGS me falou que a física reconhecia mais do que 3 dimensões, mas ele não conseguiu me explicar. Eu fiquei um pouco curioso, mas esqueci.

Essa semana, pegando a revista Mundo Estranho, havia uma página explicando as 10 dimensões!
Nossa!!!
10!?!?
Fascinei pela reportagem e tentei embarcar na viagem daquela explicação.

Para início de conversa, saiba que existe a dimensão 0. Ela é um ponto.
A primeira dimensão é formada por dois pontos e a linha que une estes pontos. É o que conhecemos por largura.
A segunda noção é o plano. É o que nos dá a noção de profundidade.
A terceira dimensão é o terceiro eixo, aquele que nos dá a noção de altura.
Até aí tudo bem, entendemos fácil.
A quarta dimensão é o tempo. Interessante. Esta dimensão age sobre nós ao longo de toda nossa vida, entretanto, não podemos interferir nele, logo, não podemos nem parar e nem voltar no tempo. Entendível.
 A quinta dimensão é o que você vai ser no instante seguinte (???). Eu entendi como sendo nossas multi personalidades. Você pode ser você mesmo, ou você pode ser um dançarino, ou um nerd, ou um louco, ou o que você quiser... são os personagens que você assume.
 A sexta dimensão é as interações entre estas personalidades. Você pode estar dançando e de repente pode ficar louco e então virar um nerd e assim por diante. Suas multi personalidades estão de certa forma interligadas e você pode ser quem você quiser quando quiser. Não sei se é isso, mas é algo assim que eu entendi.
A sétima dimensão é o seguinte. Todo esse conjunto de personalidades que você é forma uma pessoa única, é chamado de universo. Você é um universo de largura, profundidade e altura, com seu tempo e suas personalidades. A sétima dimensão ainda monta um universo de universos. Ou seja, se cada um de nós é um universo, o conjunto de pessoas com quem nos relacionamos forma um outro universo e assim vai.
A oitava dimensão são diversos universos de universos colocados lado a lado, formando um círculo, com linhas convergindo para um ponto central. Entendi isto como uma interligação entre seus grupos de relacionamento, sendo você no ponto central. Você tem diversos grupos, os amigos da praia, do trabalho, da faculdade, dos tempos de escola e você está interligado a todos, mesmo que estes universos estejam distantes entre sí.
A nova dimensão é a oitava diemensão sendo dobrada e se unindo, tipo um pastel. Acho que eu não cheguei nesta ainda, mas acredito que se eu desse uma mega festa e reunisse todos os meus amigos da vida inteira, eu certamente juntaria todos os meus universos num único lugar e tá feito o pastelão!
A décima dimensão é novamente um ponto. Você continua dobrando a nona dimensão até sobrar só um ponto, que é chamado de buraco negro e deste ponto você não passa. Não existe mais nada aqui. Eu entendi isto como a morte. No seu velório certamente você vai reunir seus diversos universos, mas vai estar num ponto que não pode fazer mais nada, dali você não passa e volta a ser um esboço da primeira dimensão... um ponto.


Não sei se entendi direito, mas esse foi o meu ponto de vista e eu achei muito massa!
Eras isso e tchau!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

El Paragua

Como bem sabem, estive no Paraguai, em Ciudad del Este... Que cidadezinha horrível! Parece uma favela, cheia de trambiqueiros e bandidos pra todo lado. Comércio de piratarias pra todo lado, e de repente, você entra num beco e está dentro de um shopping. Nos shoppings até têm umas lojas boas, mas também tem muita loja trambiqueira... e a bandidagem ta por ali também, encaixotando video-games e eletrônicos feito loucos, colocando em carroças que correm pelas ruas. Certamente aquilo não passa pela alfândega, muito menos por cima da ponte! Parar para pedir uma informação não é aconselhável, logo já estão oferecendo "farinha" e "canhão" (cocaína e arma).

Tem umas lojas boas lá, com preços bons, que não diferem muito dos preços dos free-shops da fronteira uruguaia, mas tem muito picareta por lá e a galera toda sento na graxa comprando pen-drive.

Era tanto caos, tanta correria e pouco tempo que eu tinha que não consegui comprar tudo que eu queria, mas acredito ter feito uma boa compra pra tunar o carro!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Partida para o CBPol

Daqui a pouco to pegando o bonde pra Foz do Iguaçu, rumando para o CBPol (Congresso Brasileiro de Polímeros). Tô superanimado com a perspectiva de aprender coisas novas, assistir palestras interessantes, além da viagem em sí. Pontos turísticos maravilhosos me esperam, como as cataratas do Iguaçu, a tríplice fronteira e a usina hidroelétrica de Itaipu... (eu já escrevi isso?)

Vou dar um pulinho do Paraguay também, na Ciudad del Este e fazer umas comprinhas. Já andei me informando e li alguns guias do turista sem segundas intenções... O que encontrei foi o seguinte:

Quando você chega por primeira vez a CDE, tem a impressão de estar num lugar que não pode existir. Os motoqueiros avançam alucinados pelas ruas, quase não tem espaço nas calçadas para caminhar, e ainda será assediado por dezenas de vendedores ambulantes a cada passo que der nas ruas. Eles irão lhe oferecer desde meias, calcinhas ou 'viagra', até ferramentas ou DVD's.Observarão cada gesto que indique sua intenção de compra, e tentarão avançar por aquele angulo. Se perceberem que você está falando num celular, será rodeado por 3 ou 4 vendedores que oferecem 'acessórios para seu celular', se se mostrar indeciso, corre o risco de atrair aqueles que tentam empurra-lo ate alguma loja interna no shopping para ganhar comissão. Aconselho caminhar com ar de 'quem conhece muito bem a cidade', caso contrario irá atrair os vendedores de calçada como moscas.

Há muitos shoppings um do lado do outro, logo após a ponte, e aparentemente cada um é especializado em um tipo de mercadoria. Dizem que é fácil se perder e é um vuco vuco, tem lojas de confiança e valem a pena pq os preços são MUITO mais baixos. Acho que o problema vai ser a cota de U$300,00 e a aduana.

Congressos sempre rendem boas histórias! Ainda tem o cassino na Argentina pra se divertir e toda locurada inimaginável que pode surgir!

Então FUUUUUI!
Espero manter os amigos informados, e quem deixar comentário até domingo, dia 18, ganha um presentinho!

sábado, 10 de outubro de 2009

Pedinte

Dinheiro na mão é vendaval... SÓ VAI.
Sexta feira pela manhã eu tinha cerca de R$800,00 em notas de todos os tipos, dentro da carteira. A carteira tava gorda e eu era ricão. Paguei o aluguel e lá se foram 700. Paguei o poster e lá se foi 95. Sobrou uns trocados. De noite eu comprei uma cerveja, e percebi que só tinha uma nota de 2 e umas moedinhas. Eu sabia que ia precisar daqueles 2 pila pra pegar o trêm e voltar pra casa no sábado pela manhã.

Era madrugada de sábado e eu chegava em casa sabe-se lá que hora, torto de bêbado e com fome e comprei um churrasquinho por R$ 2,00 na frente de casa e fui dormir. Acordei atrasado, as 11:00h e corri pra estação de trem. Chegando lá, cadê os 2 pila?? Putz, comprei o churrasquinho! Catei as moedas e...

Na carteira = R$ 1,60
Passagem de trêm = R$1,70

24 horas atrás eu era ricão e agora eu sou pobre. Procurei um caixa eletrônico na rodoviária. Havia uma fila imensa, só pra 1 caixa. Vale a pena entrar na fila para sacar 10 reais, sendo que você precisa de 10 centavos?

Não!

E o que eu fiz? Óbvio... eu pedi esmola.
"Eu podia tá robando, eu podia ta me drogando, mas eu sou do bem. Preciso só de 10 centavos pra comprar passagem de trêm e voltar pra casa. Você pode me ajudar?"

Há! Ganhei de primeira!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Mateus viajando em Roma

Mateus estava em Roma, dentro do Coliseu, e não tinha um bloco de papel, nem uma folha qualquer. Até mesmo sua caneta era uma droga, mas ele queria escrever seus pensamentos, registrar os causos pelos quais havia passado durante o dia e que agora podia lembrar sem fazer força. Então, o que ele podia fazer?


Não escreveu seu espanto diante do colosso que é o Colosseo. Não escreveu que esteve perdido dentro de suas ruínas durante uns quinze minutos antes de achar o caminho certo. Não escreveu que teve enormes dificuldades para tirar uma foto, que no final ficou mais ou menos, na Fontana di Trevi. Não mencionou sua alegria ao encontrar dois casais de brasileiros meio bêbados atirando moedas na fonte por sobre os ombros. Não deixou uma nota o guardanapo para a bela garçonete do restaurante do Corso Vittorio Emanuelle II. Gisele era o nome dela, e os gaúchos tiveram ali alguns momentos de saudosismo do pampa. Também não escreveu que continuou sem falar português com outro grupo de brasileiros que cruzou seu caminho no Foro Romano. Não anotou nada sobre Jordi e Judit, o simpático casal de espanhóis que conheceu no Ciao Bella, o albergue onde esteve no final de semana.

Nem mesmo um rabisco foi feito para contar sua perplexidade diante dos tesouros do Musei Vaticani e da Basilica di San Pietro. Nem que se a Capela Sistina fosse privada de suas pinturas não passaria de um grande e quente galpão de médias dimensões. Nem que a Piazza San Pietro dá arrepios só de olhar pra ela. Ou sobre as filas que davam a volta na elipse dessa praça arquitetada por Bernini.

Não registrou seu pensamento bobo sobre como o Castello di Sant’Angelo parecia com um grande cortiço, quando visto de perfil. E como isso o remeteu as aulas de português na “Sorbonne” dos técnicos do Rio Grande, onde foram forçados a ler O Cortiço.

Ou mesmo sobre os 39°C que encontrou a sombra enquanto caminhava pelas ruas estreitas da cidade. Ou sobre os 10€ no café da manhã para comer um misto quente com um copo de suco de laranja. Nenhuma palavrinha sobre o senhor dos fantoches da Piazza Navona, isso que ele era realmente muito bom! Se ainda fossem anotações sobre o Campo de Fiori, que de flor não tinha nenhuma, ou a Navona que merecia umas palavras sobre suas fontes e artistas de rua.

Naquele momento ele não escreveu nada, mas mandou um e-mail para seu amigo Ramon registrar seus pensamento no blog. Mateus decidiu que a partir de agora escreveria em todas as suas viagens Levaria consigo um bloquinho e uma boa caneta para que onde sentasse para descansar um pouco, pudesse tomar nota do que havia acontecido e o que ele via ao seu redor.

Texto enviado pelo amigo Mateus H., diretamente do velho continente.
Grande abraço, meu amigo! Obrigado pela contribuição, pela experiência e por fazer parte desse blog.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Era uma vez na África

Hoje faz exatamente 3 anos que eu retornei da África... Muitas pessoas me perguntam "Como é lá? Como foi o passeio? O que fez de legal por lá?" E por que não contar no blog...

Começando pelo princípio. O que fomos fazer lá? A gente ganhou um prêmio pela Mostratec e nos mandaram pra lá. Ainda lembro do meu susto quando anunciaram:

"O prêmio para uma viagem para NAMÍBIA vai paaaara:
Virtual Lab - Laboratório de Química Virtual!"


Eu tava rindo e pensando "Quem são os coitados que vão ir pra tal Namíbia?! Onde fica isso??" e nem me dei conta que era a gente. Quando cheguei em casa a primeira coisa que fiz foi procurar o tal país no google. Capital: Windhoeck.


Foi uma viagem muito interessante, uma ótima experiência de vida. A Namíbia é um país plano e bem no meio tem umas elevações e no meio dessas elevações fica Windoehck. Lá o povo é muito amistoso e simples, pois o turismo, junto com a agricultura, é a base da economia. A língua oficial é o inglês, mas se fala muitos dialetos Afrikkans. A cidade tem toques de colonização alemã, e para fora dela é só miséria. Visitamos as favelas e dá muita pena das pessoas, que vivem sob um clima quente e seco em casas de zinco e chão batito, mas demonstrou alegria ao nos ver passar. Ainda pode ser visto o preconceito e o apartaid.


Logo na segunda noite fomos transferidos de hospedagem. Estávamos alojados numa escola mas quando a delegação de alunos da África do Sul chegou, eles se negaram a ficar alojados no mesmo lugar em que estavam alunos negros namibianos. Se sentiram ameaçados e com medo, puro preconceito, e tivemos que nos transferir juntamente. Fomos para umas cabanas no outro lado da cidade, muito mais luxuosas e confortáveis.


Nosso projeto na feira foi um sucesso. Todos queriam ver o projeto dos brasileiros, tirar fotos com a gente, trocar gifts, jogar futebol, enfim... Conhecemos muitas culturas, muitas pessoas. Aprendemos a cantar o hino da Namíbia e também o xoxolossa. No final, ficamos em segundo lugar na classificação geral, perdendo para um piázinho de 6 anos que fez um projeto sobre besouros que empuram cocô! O mais cômico dessa história é que eu tinha comprado briga com esse mesmo piá, que queria me roubar um broche, eu não deixei e ele foi chorar pra mamãe e ela foi lá tirar satisfação comigo.

Depois da feira, tivemos que fugir das cabanas, devido ao incidente com o carrinho de golfe. Este carrinho era usado para fazer as rondas nas cabanas e toda noite o chato da recepção passava na nossa cabana e nos mandava parar com a baderna. Na última noite, bêbado, meu amigo Piki e mais 2 sul africanos locos das idéias fizeram a incrível façanha de roubar o carrinho, cair num barranco e parar num poste. Em sua fuga, meu amigo perdeu um tênis no mato e no outro dia ninguém podia sair do hotel enquanto não achassem o culpado. A culpa caiu nos 2 garotos e nós fugimos rumo ao litoral, para o outro lado do oceâno Atlântico que conhecemos.

Em Swakopmund, andamos de camelo e fizemos um safari marítmo: vimos baleias, golfinhos bem de pertinho e focas, muuuuuitas focas. Saindo do mar e atravessando a rodovia, logo ali há o deserto do Kalahari. Sinceramente, não esperava me divertir tanto no deserto. Fizemos um rally com quadriciclos, subindo e descendo dunas, muito radical! Vimos paisagens que eu jamais imaginei e terminamos nosso passeio na Duna 7. Uma duna gigante, que nos tomou mais de 12 minutos de uma árdua subinda, mas sentar lá e comtemplar o sol valeu o esforço.


No caminho de volta para a capital, fizemos um safari numa das inúmeras reservas de preservação de animais. Em um daqueles jeeps de safari pintados de zebra, vimos muitos bichos em seu habitat natural, como antílopes, javalis, búfalos, girafas, rinocerontes, crocodilos e leões. Foi uma pena não ter visto elefantes nem cheetas.

Duas semanas que me valeram muito e só gastei mil reais. Agradeço ao Liberato pela oportunidade e aproveito para mandar um salve para meus companheiros nessa viagem: sora Dalva, Felipe e Carol!

Previsão do tempo